Quebra de Xangô: 113 anos do maior episódio de intolerância religiosa de Alagoas

“Vamos amar a Deus sobre todas as coisas. Vamos amar o próximo e respeitar a religião uns dos outros. Deus é um só, supremo sobre nossas cabeças, cultuado de diferentes formas. Cada religião manifesta sua fé à sua maneira. Não há razão para que a discriminação exista. O problema não está na religião, mas sim na maldade do ser humano”. O desabafo é de Mãe Mirian, zeladora de santo, símbolo da cultura afro-indígena em Alagoas e reconhecida como Patrimônio Vivo do Estado desde 2021.